“Então chega o dia em que tudo acaba. Ou há uma separação
ou a coisa toda se resolve em uma trégua: duas pessoas vivendo juntas sem sentir nada. Acho que ficar sozinho é melhor.”
“Tudo começou com um erro.”
“Meu mundo, é um lugar melhor quando você está dentro dele.”
“Então não me deixam passar uma única noite sem molhar o travesseiro de lágrimas? Não posso adormecer uma única vez sem que os meus olhos ardam e a cabeça pese centenas de quilos? Deixem-me! Queria ir embora, embora deste mundo!”
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O diário de Anne Frank. (via
trovejo)
“Sinceramente, o físico não me importa. Quando se ama, se faz com o coração e não com os olhos e isso é algo que muitos deveriam aprender.”
“Apenas um beijo, um abraço. Apenas um torpedo, uma ligação. Apenas um “como foi o seu dia?” ou quem sabe um “senti sua falta”. Pequenas coisas. Simples coisas. Que vindas de você, faria toda a diferença.”
“Amizade se paga com amizade. Sou legal com quem é legal comigo. Falta de consideração se paga com falta de consideração. Sei exatamente com quem posso contar, pra quem posso chorar, pra quem posso desabafar.”
“Prometa que sempre que se sentir triste ou insegura ou perder completamente a fé, vai tentar olhar para si mesma, com meus olhos.”
“Fizeram a gente acreditar que amor mesmo, amor pra valer, só acontece uma vez, geralmente antes dos 30 anos. Não contaram pra nós que amor não é acionado, nem chega com hora marcada. Fizeram a gente acreditar que cada um de nós é a metade de uma laranja, e que a vida só ganha sentido quando encontramos a outra metade. Não contaram que já nascemos inteiros, que ninguém em nossa vida merece carregar nas costas a responsabilidade de completar o que nos falta: a gente cresce através da gente mesmo. Se estivermos em boa companhia, é só mais agradável. Fizeram a gente acreditar numa fórmula chamada “dois em um”: duas pessoas pensando igual, agindo igual, que era isso que funcionava. Não nos contaram que isso tem nome: anulação. Que só sendo indivíduos com personalidade própria é que poderemos ter uma relação saudável. Fizeram a gente acreditar que casamento é obrigatório e que desejos fora de hora devem ser reprimidos. Fizeram a gente acreditar que os bonitos e magros são mais amados, que os que transam pouco são confiáveis, e que sempre haverá um chinelo velho para um pé torto. Só não disseram que existe muito mais cabeça torta do que pé torto. Fizeram a gente acreditar que só há uma fórmula de ser feliz, a mesma para todos, e os que escapam dela estão condenados à marginalidade. Não nos contaram que estas fórmulas dão errado, frustram as pessoas, são alienantes, e que podemos tentar outras alternativas. Ah, também não contaram que ninguém vai contar isso tudo pra gente. Cada um vai ter que descobrir sozinho. E aí, quando você estiver muito apaixonado por você mesmo, vai poder ser muito feliz e se apaixonar por alguém.”
pomos-e-goles:
Midnight moon shinning so bright
Can somebody lend me that light?
Did I ever said you goodbye?
You’re my love, just stay the night
I did wrong, you didn’t get right
I am selfish, I know, don’t leave me this night, because I
In this midnight moon shinning so bright
Can somebody lend me that…
“Tudo que eu pensava que sabia sobre o amor estava errado, digamos que é bem mais difícil do que eu imaginei. Estar num relacionamento é complicado. Aceitar as diferenças, os erros e as mancadas são a parte fácil. Superar o orgulho é o difícil, saber lidar com os dilemas que sempre vem é árduo. Eu, pessoalmente, acho que não sei lidar com discussões. Eu sempre arrumo um jeito de me diminuir, dizer que eu sou a culpada etc. Sendo que na maioria das vezes eu sou a culpada mesmo, sou um desastre, um pesadelo, eu preciso de atenção, tenho o constante hábito de mudar de humor em segundos. Isso me complica demais, porque as pessoas nunca sabem com qual humor eu estou, sou uma pessoa difícil de lidar. Sou o problema do relacionamento, qualquer detalhe me magoa. Não sou aquela menina carinhosa, doce e meiga, na verdade eu tenho horror a alguns toques, odeio suor, sou muito chata, não sou uma fangirl de abraços. Não me importo com quem você seja, eu vou te xingar se você me irritar. Sou marrenta, falo palavrão mesmo, isso ninguém vai tirar de mim. Desde pequena sempre me importei com a opinião dos outros em relação à minha aparência e no que eu fazia ou deixava de fazer, mas há alguns anos atrás decidi que só eu tenho que importar com o que eu deixo ou não deixo de fazer. Eu parei de ser uma menina sentimental, decidi que o amar só traria sofrimento, então dei uma folga para o meu coração. Fui relativamente feliz nesse período de descanso, em que deixei de me apaixonar, mas eu percebi que não poderia seguir pelo resto da minha vida assim. Quando eu me apaixonei de novo, me decepcionei, de novo. E agora, com esse novo ser na minha vida, sinto que posso ser feliz, ele me traz uma paz que eu não consigo descrever, ele traz o lado sentimental de volta à tona, seu toque não é horrendo, eu realmente o amo. Será que posso dizer que o amo? Talvez? Ou será que é muito cedo? Eu me certifico que estou realmente amando esse meu amigo faber castell(entendedores entenderão). Eu tenho medo de dizer para ele que o amo, sei que ele me ama também, mas tenho uma certa insegurança, ou um medo de me decepcionar, de novo. Não quero sofrer novamente. Meu choro não limpa mais minha alma, digamos que atualmente, ela está alagada. ”
pomos-e-goles:
-(pomos-e-goles)